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Vigilância Sanitária de Guanambi realiza vistorias em açougues para combater o abate clandestino e cumprir as normas de prevenção à Covid

Ao mesmo tempo, a equipe da VISA faz orientações e verificou o cumprimento das medidas de prevenção e combate a Covid-19

16/04/2021 18h03 Atualizada há 4 semanas
Por: Redação Fonte: Ascom
Fotos: Divulgação
Fotos: Divulgação

Durante toda esta semana, a equipe da Vigilância Sanitária Municipal, realizou trabalhos educativo e de vistorias, onde houve fiscalizações nos estabelecimentos de Guanambi que vendem produtos de origem animal (Açougues e comércios), no Mercado Municipal, bairros e distritos, com o objetivo de verificar as exigências mediantes às Normas Sanitárias (estrutura física; higienização de instalações, equipamentos, móveis e utensílios; controle integrado de vetores e pragas urbanas; manejo de resíduos; armazenamento das carnes em condições satisfatória, exposição e manutenção de temperatura adequada; asseio e higiene pessoal dos manipuladores e uso completo do uniforme).  

Foi averiguado também as boas práticas de manipulação de alimentos e exigência de venda somente de carnes com registro, licença ou selo de inspeção do órgão competente, garantindo assim um produto vistoriado por um médico veterinário especializado antes de chegar ao ponto de venda, proveniente dos frigoríficos licenciados, através da aquisição somente de produtos com certificação de origem, sendo solicitado em todas as vistorias as notas de comprovação de origem da carne. 

“A carne clandestina pode trazer diversos riscos à saúde da população, como cisticercose, teníase, tuberculose, toxoplasmose, intoxicações alimentares e salmonelas que podem causar a morte”, alertou a diretora geral do departamento de Vigilância Sanitária, Luciana Aparecida Farias. 

Ao mesmo tempo, a equipe da VISA faz orientações e verificou o cumprimento das medidas de prevenção e combate a Covid-19 

I – Todos os funcionários deverão obrigatoriamente estar usando máscara; 

II- Disponibilização na entrada do estabelecimento dispensadores de álcool em gel 70%; 

III – Divulgação de informações acerca do COVID-19 sobre os métodos de prevenção, contágio e enfrentamento; 

IV – Intensificação das ações de limpeza; 

V – Tomar medidas para evitar a aglomeração de pessoas em seu interior. 

A diretora salienta que “o trabalho vai ser contínuo, visando sempre a saúde do consumidor, em relação as normas sanitárias e a procedência adequada das carnes compradas pela população, garantindo assim alimentos seguros e de qualidade e monitoramento ao cumprimento das exigências mediante as formas de prevenção de transmissão da Covid-19.

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